Obina é melhor do que E’to. A torcida do Flamengo sabe. A voz do povo não é a voz de Deus, mas a voz da experiência é divina. A torcida do Flamengo experimentou acompanhar Obina. Obina veio do Vitória da Bahia como artilheiro, e um artilheiro de belos e diversificados tipos de gol: canhota, direita, cabeça, voleio, bate-pronto, arrancada, imagina um gol e Obina fez. No Flamengo custou a acertar. Era banco. Entrava, jogava mal, era vaiado, engordou. Até um dia que o Flamengo precisou de um jogador decisivo. Obina entrou faltando pouco para acabar a partida e, numa jogada individual, estufou as redes do adversário, 1x0, Flamengo classificado. Foi no Paraná, Campeonato Brasileiro. De lá pra cá, Obina se firmou e fez muitos e muito bons jogos. A torcida experimentou e sabe. Os jornalistas não experimentam, as verdades feitas bastam. No caso de Obina, a torcida forçou todos a observar Obina, o poder de decisão de Obina e Obina fez-se primeiramente ídolo da torcida e a seguir jogador respeitado pelos jornalistas, seres em geral (arquibancada também) pretensiosos, quase sempre com um carimbo na mão. A última dessa gente foi afirmar que Obina era jogador só de 2º tempo. Pfui!domingo, 29 de junho de 2008
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Obina é melhor do que E’to. A torcida do Flamengo sabe. A voz do povo não é a voz de Deus, mas a voz da experiência é divina. A torcida do Flamengo experimentou acompanhar Obina. Obina veio do Vitória da Bahia como artilheiro, e um artilheiro de belos e diversificados tipos de gol: canhota, direita, cabeça, voleio, bate-pronto, arrancada, imagina um gol e Obina fez. No Flamengo custou a acertar. Era banco. Entrava, jogava mal, era vaiado, engordou. Até um dia que o Flamengo precisou de um jogador decisivo. Obina entrou faltando pouco para acabar a partida e, numa jogada individual, estufou as redes do adversário, 1x0, Flamengo classificado. Foi no Paraná, Campeonato Brasileiro. De lá pra cá, Obina se firmou e fez muitos e muito bons jogos. A torcida experimentou e sabe. Os jornalistas não experimentam, as verdades feitas bastam. No caso de Obina, a torcida forçou todos a observar Obina, o poder de decisão de Obina e Obina fez-se primeiramente ídolo da torcida e a seguir jogador respeitado pelos jornalistas, seres em geral (arquibancada também) pretensiosos, quase sempre com um carimbo na mão. A última dessa gente foi afirmar que Obina era jogador só de 2º tempo. Pfui!
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