terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
JOGÃO, JOGÃO
Depois de uma virada extraordinária como esta, bobagem lembrar de erros. Que sejam de interesse do Andrade, que é a quem compete corrigi-los. É deixar a poeira baixar e esperar que este jogão vá tomando seu privilegiado lugar na história. Refaço na memória quase todo o 2º tempo. E cada vez me dou conta mais e mais de como jogaram Adriano, Wagner Love, Toró, Willians e Vinícius Pacheco. Assisti a este antológico 2º tempo de pé desde a matada de bola do Vinícius Pacheco, a ajeitada sutil para a canhota e o tiro rasteiro que explodiu no pé da trave direita. Daí veio o côrner, a presença avassaladora do Adriano na área e a sobra de bola pro Wagner Love. O Maraca pegou fogo. Só um idiota deixaria de acreditar na virada. Toró foi um gigante. Willians colocou todos os pingos nos is. Adriano e Wagner Love é uma dupla que já nasce clássica. Mas o nome do jogo foi Vinícius Pacheco. Entrou no jogo como quem quer, de fato, entrar para a história. Uma partida assombrosa. Estivesse um técnico europeu presente ao Maraca haveria de perguntar por que o VP não está na seleção brasileira. O jogo acabou pouco antes das 10 e a minha vontade era ficar lá na aqrquibancada, de pé, comemorando até 4ªfeira, quando o show deve, tem de continuar.
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