quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
PEGA A CHUPETA
A aritmética é como aquela mulher que não entende coisa alguma de futebol mas sempre dá palpite. Quando o palpite era o de 1% de chance de levantar o caneco, não lembro de choro porque o Coríntians mandou a campo um time reserva e o Internacional ganhou o jogo com aquele golaço do Nilmar que, se não fossem as tabelinhas de Pet com Adriano no Maraca contra o Coritiba e a de Diego Souza com Deus no último domingo, seria o gol mais bonito do campeonato. Ponto corrido todo jogo é decisivo. O choro colorado tem um quê hilariante, lembra o divertidíssimo e inesquecível chororô alvinegro. Se sentirem algo estranho durante a partida acionarão o Ministério Público. Imagino a Mãe Dinah sendo chamada a identificar a estranheza das vibrações. Eu, fosse dirigente do Grêmio, exigiria luta do início ao fim, mas exigiria também ao técnico que escalasse no gol um anãozinho de circo para evitar qualquer problema.
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