O Autor do Blog Uma Vez Sempre Fla Ivo Machado Jr infelizmente teve um AVC e está em tratamento. Vamos torcer para que em breve ele possa escrever suas matérias para o blog.
Ass: Leonardo Kope
segunda-feira, 15 de julho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
JAIME DE ALMEIDA
Jaime foi um bom zagueiro, chegando a jogar pela seleção brasileira. É o interino oficial do time do Flamengo. No sábado assumiu o time e sua conduta foi a menos preguiçosa e a mais responsável possíveis. Podia ter escalado o mesmo time, ou um dos mesmos times de Jorginho, já que a mudança era a constante do ex-técnico. Mas Jaime ousou. Já que pegava o desafio de um time em frangalhos, pegou-o com muita vontade e ousadia. Mudou o que achou necessário mudar. Manteve o que achou conveniente manter. Enfrentou o desafio como se deve. Esteve à altura do desafio, ou ultrapassou-a. A direção adotou uma política financeira e um planejamento que não devem ser mudados - como Jorginho vira e mexe mudava o time. Neca de Mano. Jaime é o nome. Haverá outra parada agora. Tempo de trabalho terá. Ferre-se que Jaime não tem, como Andrade não tinha, a carranca pseudo intelectual dos dôtores-pofessores. Ainda bem que assim o seja. Jaime de Almeida. Técnico o Flamengo faz em casa.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
antes que fosse tarde
Esse Flamengo do Jorginho fez um feito enorme em perder de um time que não queria ganhar. O Timbu de Pernambuco entrou para perder de pouco. Se perde de 1x0 ia comemorar do sul até o Pina. O time que Jorginho manda a campo talvez seja resultado do rolamento do dado. Se der 3 entra o Gabriel, se 5 o Paulinho, 1 o Carlos Eduardo. Se assim fosse, seria de toda forma uma maneira racional. De outra forma não dá para entender. Perdido, perdido e meio pareceu sempre ser o lema do Jorginho. As substituições do Jorginho são a maior prova, sua ansiosa adesão à ilha dos Lost. A nova diretoria tem acertado fora das 4 linhas, mas suas apostas têm dado errado quando o papo adentra as 4. No instante em que o pessoal da Globo/Premiere não conseguiu encobrir o altissonante coro em que a galera sugeria um suco de caju pro Jorginho, falei com meus botões e com o zíper: Jorginho já era. Se em Sta. Catarina o pessoal já estava tão convencido (chamara Jorginho de burro no momento da substituição do Rafinha), aqui no Rio onde canta o sabiá a coisa já estava decidida. Rei morto, rei posto. E que o momento não exija maluquices à Patricia.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Paraná em Santa Catarina
Não havia jogada alguma pelas laterais. O meio-campo era um deserto onde a bola sequer parava. Os lentos zagueiros sem nem conseguir anotar a placa. Jorginho, o responsável pelo drama, resolveu minimizar os danos: Rafinha entrou para ter jogo pela esquerda, LeoMoura saiu para que houvesse jogo pela direita. Paulinho, que tentava alguma coisa aqui e ali, passou a tentar alguma coisa com muita vontade pela direita. A essa altura do campeonato, qualquer um joga mais do que o LeoMoura. Provável que o INSS já tenha lhe mandado a carta de aposentadoria. Renato Abreu entrou no intervalo para ser o dono da quase-festa. Carlos Eduardo foi uma aposta. Perdemos. Vida que segue. Jorginho ainda não sabe que time escalar. O problema transcende ao Jorginho, o elenco que pegou de herança é mal pensado. Exemplo: onde o Luiz Antônio melhor rende é a posição em que o Elias vem jogando com razoável desenvoltura. Quando o Pofexô Wanderley saiu, o mal pensado elenco ficou. De lá pra cá o pouco que mudou resultou menos ainda. O ano anuncia ser daqueles.
domingo, 2 de junho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
PERIGO!
Jorginho toma para si a culpa do desastre da 4ªfeira - culpa que bem lhe cabe. Mas lembra da grande partida anterior, contra o Santos. Grande uma partida em que o Flamengo jogou 90 minutos, e podia jogar 90 anos, sem fazer gol? Aliás, são 2 jogos e gol nenhum. Isto sim parece grande... problema. O time agora vai fazer 3 jogos no sul. Periga trazer desses 3 jogos ponto nenhum. Depois de passar tanto tempo fora de time grande, Jorginho parece ter esquecido o que time grande é.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
Elefante branco ou dourado?
Empatar com o Santos de Neymar fora de casa não é um mau resultado, mas o empate contra o Santos de Neymar em Brasília foi um péssimo resultado. Perder dois pontos em jogo que tinha de ser ganho é péssimo. Rafinha e Gabriel não jogaram bem nem mal. As circunstâncias do jogo permitiram achar que jogaram bem e de forma contrária que jogaram mal. Fazê-los jogar na lateral do campo de uma bandeirinha de corner a outra é dar-lhes uma função tática e só. Na hora do vamo-vê não vamos, nem vemos. Luiz Antônio e Elias imprimiram alguma velocidade no meio-campo, apesar do Abreu. LeoMoura não consegue mais fazer uma única jogada de linha de fundo, Ramon consegue fazer nada o tempo todo. Boa foi a estréia do boliviano: Moreno deu outra qualidade às jogadas de ataque.
domingo, 26 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
vitória a comemorar em jogo preocupante
O time vem de uma intratemporada, ou seja bom tempo dedicado a treinamentos. Ao entrar finalmente em campo para jogar, joga pouco, joga um nada preocupante. Não é um time, um organismo compacto. É a defesa, é o meio, é o ataque. Sem laterais, sem armação de jogada no meio. Muito bom ver o estádio cheio no Pará. Muito bom ver o estádio cheio na Paraíba. E também em Juiz de Fora. Muito preocupante ver o que o "time" não rende. O Campinense, de qualidade inferior - ao menos no papel, durante a maior parte do jogo pareceu ter mais organização de jogo do que o Flamengo e dominou as ações em boa parte da partida. Alerta amarelo ligado.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
atualizando
Na Paraíba o passo adiante no ida-e-volta com 2 chutaços do Abreu e ótimo jogo do Elias. Na Tijuca o passo adiante na melhor de 5 com um 2º tempo memorável. Na terçafeira a decisão sobre o contrato com a Caixa. Vida que segue, passo a diante.
domingo, 21 de abril de 2013
POIS É
A melancólica despedida do Carioca serviu a Jorginho como laboratório. Em vez de "achar" um time e dar-lhe entrosamento, Jorginho preferiu fazer em Macaé uma sessão físico-química. Viu Luiz Antônio se destacar - e, evidentemente, não na lateral direita. Viu o Brocador meter dois e perder outros tantos. Viu a monstruosa habilidade do Rodolfo e sua enorme tendência à presepada. Viu Cléber Santana propor a troca de posição com Luiz Antônio (o que, sinceramente, não creio ter sido do técnico a decisão). O que irá fazer do que viu talvez nem ele ainda saiba. Agora é ficar quase um mês sem jogo à vera. Melancólico panorama visto do sofá.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
r e m a n d o
Novamente um bom jogo de Gabriel, Elias e Rafinha. Luiz Antônio entrou muito bem no jogo. Hernunes, o artilheiro de um só toque (porque mais de um complica), bateu seu recorde de gol num só jogo. Há vários problemas, claro, claríssimo. Mas vamos remando, que remar é preciso.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
o flaflu longe
O país do futebol agoniza. A galinha dos ovos de ouro, como o Flaflu, é vendida na birosca da esquina. Sem Maracanã, sem o Vazião de Engenho de Dentro, a birosca foi na estrada para São Paulo. A ré é a marcha deste país.
Gabriel foi o destaque do jogo. Quando saiu a vontade foi xingar o Jorginho, que depois explicou da forte gripe do Gabriel. Mas a vontade de xingar o Jorginho continuou: botar o João Paulo significava ter 2 homens pela esquerda e nenhuma produção. Vai substituir bem assim na cola do Dunga!
Bom jogo também fizeram o González e o Elias, mas todo o time manteve um nível (também um ritmo) razoável de atuação. Jorginho terá de definir. Talvez definir não seja a do Jorginho. Esperar pra ver. Ou, o mais provável, não ver.
Gabriel foi o destaque do jogo. Quando saiu a vontade foi xingar o Jorginho, que depois explicou da forte gripe do Gabriel. Mas a vontade de xingar o Jorginho continuou: botar o João Paulo significava ter 2 homens pela esquerda e nenhuma produção. Vai substituir bem assim na cola do Dunga!
Bom jogo também fizeram o González e o Elias, mas todo o time manteve um nível (também um ritmo) razoável de atuação. Jorginho terá de definir. Talvez definir não seja a do Jorginho. Esperar pra ver. Ou, o mais provável, não ver.
domingo, 7 de abril de 2013
o time é do mal, mas o técnico do bem
Jorginho tomou para si a culpa do que lhe cabe. Tomou-a como quem se alimenta da virtude que não pega bem. A culpa é minha, mas o que eu peguei foi um time em frangalhos. Assume o erro que não é dele. Entendi. Vai ser virtuoso assim no inferno. Já há, sim, erros bastantes que Jorginho pode listar. A virtude deve passar pela básica autocrítica. Fato é que o time não tem defesa, não tem meiocampo, não tem ataque. Pela desculpa do Jorginho tudo isso se deve à confiança abalada dos jogadores depois da derrota contra a cachorrada na semifinal da TaçaGb. Afinal, era um time jovem. Devagar com o andor: metade do time é mais cascudo do que os cascudos que merece levar. Felipe, Leo Moura, Alex Silva, Gonzalez, Caceres, Ibson, Renato Abreu, somadas as idades deve dar 2 séculos. Problema é que Jorginho, o virtuoso, jogou a responsabilidade sobre os garotos. O time joga porra nenhuma porque os garotos não podem ainda encarar o touro à unha. Entendi. Virtude é um prato que se come quente depois da derrota.
sábado, 6 de abril de 2013
REMANDO PARA FRENTE
Golaço. Mais do que o do Rafinha (que, aliás, quando faz gol, capricha), foi o anúncio da equacionalização das dívidas (Município, Estado, União, Previdência, Fundo de Garantia, Trabalhistas) - fato capaz de tornar o clube apto a conseguir as Certidões Negativas de Débito, o que possibilitará um fluxo maior de dinheiro e, aí sim, alguma ousadia de investimentos. Pé no chão, casa arrumada e mão na roda. Pra frente é que se rema.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
a perder também se acostuma
A receita para perder o elenco o Jorginho Sabe. Tirar jogador faltando 3 minutos pro fim do 1º tempo quando ninguém está jogando coisa alguma, tirar jogador do time e nem mais relacioná-lo pros jogos seguintes, botar jogador no banco e do banco para o ostracismo, mexer no time à torta e à direita. Tudo isso faz parte do cardápio da culinária do Jorginho. Será que sua batata já está assando?
segunda-feira, 1 de abril de 2013
É CORNETA OU É PISTOM?
Perdido, perdido e meio. Essa deve ser a tática do Jorginho. Bota e tira como se estivesse numa suruba. Tem técnico que começa a armar o time pela defesa. Não é o caso do Jorginho. O time não exibe qualquer esquema defensivo. O problema é que também não começa a armar o time pelo ataque. Há duzentos escanteios a favor e nenhuma jogada de gol. Se há algum perigo em escanteio a favor é levar um contra-ataque. Quanto mais tempo Jorginho tem para treinar o time, aberta ou secretamente, menos o time joga. Time é força de expressão. Não há laterais. Não há nenhuma tentativa de armação no meiocampo. O ataque é um deserto de homens e ideias. Só existe bola alçada para os beques adversários. A galera que gastou algum para sofrer por este time gritou vergonha ao fim do jogo. Começou comemorando lateral. O carioca já era. O ano ainda não, ou ao menos assim espero. Enquanto isso o melhor é ficar ouvindo o Freddie Hubbard. Cornetim bom é isto aí.
quinta-feira, 28 de março de 2013
toda virada é sofrida
Jorginho chegou, viu e mexeu. 2º jogo sob a sua batuta, 2º time inteiramente diferente. Bom não ter visto o LeoMoura e o Ibson sequer no banco. Há uma penca de bons jovens jogadores, o que não há é time para que possam de fato evoluir. O problema é que um tira o lugar de outro. Adryan, por exemplo, vai ficando para trás. Será o Gabriel melhor do que o Adryan? O jogo contra os alvirubros de Guilherme da Silveira em Volta Redonda (e no conforto do sofá) foi medonho. Alguma emoção, claro, porque a virada se fazia não só necessária, mas imprescindível. Uma porção de senões, no entanto fiquemos com o Golaço do Rodolfo. De bom tamanho pro tamanho bem pequeno do jogo.
domingo, 24 de março de 2013
joguinho oxo
Fim do ôba-ôba comemorativo de a volta do filho a casa. Todos vimos o que já sabíamos e Jorginho vai ter de arregaçar as mangas e chupar uma por uma. O jogo contra a Mocidade de Bacaxá foi pior do que o tédio. O tédio sob a chuva. Antes da 1ª parada técnica eu já tinha soltado meiadúzia de pqpês cujo destinatário eram as laterais. Dentro do jogo medíocre o LeoMoura e o JP disputavam um particular duelo de quem era o pior. O trabalho será árduo. Onde Jorginho diz dinâmica de jogo, o time entende jogo estático; onde Jorginho diz trabalhar a bola, o time entende chuveirinho. Mal o verão acaba e a paisagem já se antecipa a de dezembro.
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